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O que é Avaliação diagnóstica, formativa e somativa?
Avaliação formativa é a que acontece durante o processo de ensino e dá retorno ao aluno e ao professor para ajustar o rumo enquanto a aprendizagem ainda está em curso. Ela se distingue da avaliação diagnóstica, que identifica conhecimentos prévios e dificuldades para planejar, e da somativa, que faz o balanço ao final de uma etapa para atribuir nota, classificar ou certificar.
O que define cada tipo é a função, não o instrumento. A mesma prova pode ser formativa, se o resultado é usado para devolver comentários e replanejar, ou somativa, se serve para fechar a nota do bimestre. O que caracteriza a avaliação formativa não é a ausência de nota, mas o uso do resultado para dar retorno (feedback) e reorientar o ensino e a aprendizagem.
A distinção entre formativa e somativa foi proposta por Michael Scriven e depois sistematizada na avaliação da aprendizagem por Benjamin Bloom e colaboradores, que organizaram as três funções: diagnóstica, formativa e somativa. Nas provas de pedagogia também aparecem Cipriano Luckesi (crítica à avaliação classificatória e defesa da avaliação diagnóstica), Jussara Hoffmann (avaliação mediadora) e Philippe Perrenoud (avaliação formativa como regulação das aprendizagens).
A LDB vai na mesma direção. Nos ensinos fundamental e médio, ela exige avaliação contínua e cumulativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais. Na prática da sala de aula, isso significa usar o erro do aluno como informação para replanejar o ensino, e não só para descontar pontos.
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Definição de caráter informativo, para estudo. As regras aplicáveis a cada caso estão na legislação vigente e, em concurso, no edital.